Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, estariam reagindo com dureza a integrantes da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) por conta de uma forte desconfiança: a de que remanescentes da operação Lava Jato ainda ocupam cargos estratégicos dentro desses órgãos. Segundo a análise apresentada na coluna publicada originalmente no Correio da Manhã, essas movimentações estariam relacionadas a ações que visariam desgastar o Supremo e atingir politicamente o governo.
De acordo com relatos de advogados próximos ao STF e ao governo, como Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, e o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, haveria indícios de que integrantes ligados ao antigo núcleo da Lava Jato continuam influentes na PF e na área penal da PGR. A avaliação é que essa estrutura ainda atuaria de forma organizada, com possíveis vínculos com o senador Sergio Moro, ex-juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba e figura central da operação.
A coluna também aponta que, no Palácio do Planalto, existe preocupação com a possibilidade de agentes alinhados ao chamado “lavajatismo” permanecerem em posições estratégicas dentro das instituições. Para entender todos os bastidores dessa disputa envolvendo STF, PF, PGR e a oposição, leia a análise completa publicada no site do Correio da Manhã.




