Zema cresce nas pesquisas e vira opção real de vice para Flávio Bolsonaro, mas clã resiste à aliança

Zema e Flávio Bolsonaro em gravação de vídeo | Foto: Reprodução vídeo
Zema e Flávio Bolsonaro em gravação de vídeo | Foto: Reprodução vídeo
Após embate com o ministro Gilmar Mendes, Romeu Zema ganhou visibilidade e passou a ser considerado com mais seriedade como possível vice na chapa de Flávio Bolsonaro. Mas a resistência dentro do próprio clã Bolsonaro pode complicar a aliança. A análise é do jornalista Tales Faria, publicada no Correio da Manhã.

O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) iniciou sua pré-campanha presidencial sem expressão nas pesquisas, ocupando no máximo o quarto lugar entre os pré-candidatos. Nem como opção de vice era levado a sério — e o próprio Flávio Bolsonaro (PL), líder nas intenções de voto ao lado do presidente Lula, chegou a brincar com a ideia em vídeo, sugerindo ao contrário que seria ele o vice do mineiro. É o que relata o jornalista Tales Faria em análise publicada no Correio da Manhã.

O cenário começou a mudar quando Zema adotou o combate ao Supremo Tribunal Federal como bandeira central de sua pré-campanha e protagonizou um embate público com o ministro Gilmar Mendes. Segundo Tales Faria, Gilmar subestimou o adversário e saiu prejudicado da troca, o que projetou Zema nacionalmente. O ex-governador agora aguarda novas pesquisas para confirmar o crescimento — e usa os números como credencial para integrar de fato a chapa de Flávio Bolsonaro como vice.

O que antes era descartado pelo clã Bolsonaro passou a ser considerado com seriedade por Flávio, ciente da importância estratégica de Minas Gerais nas eleições presidenciais. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), com apenas 29 anos e sem idade constitucional para ser vice, já declarou publicamente que a chapa “Bolsozema daria muito certo”. Mas a resistência interna persiste: Carlos Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a aproximação, alertando o irmão de que estaria “mordendo a isca” fácil demais.

Leia a análise completa no Correio da Manhã.

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