O cenário que indicava uma eleição tranquila para o senador Sérgio Moro no Paraná começa a mudar de forma significativa. Com cerca de 40% de intenção de voto e apoio consolidado entre antipetistas e bolsonaristas, o ex-juiz da Lava Jato se preparava para uma campanha confortável ao governo do estado. No entanto, a entrada de novos nomes competitivos e a reorganização das forças políticas locais transformaram o que parecia uma vitória encaminhada em uma disputa mais acirrada e imprevisível.
Entre os principais fatores de mudança estão a decisão do governador Ratinho Junior de disputar a Presidência, a articulação do presidente Lula ao lançar Gleisi Hoffmann ao Senado e a movimentação de lideranças como Roberto Requião e Rafael Greca, que ampliam o leque de candidaturas relevantes. Esse cenário aumenta a fragmentação dos votos e eleva a probabilidade de um segundo turno, impondo novos desafios à estratégia eleitoral de Moro e sua aliança com setores do bolsonarismo.
A análise completa desse tabuleiro político, incluindo os bastidores das alianças e os impactos dessas movimentações na corrida eleitoral, foi publicada originalmente pelo Correio da Manhã. Para entender todos os detalhes e desdobramentos dessa disputa no Paraná, acesse o conteúdo completo no site original.




