As primeiras-damas Janja Lula da Silva (PT) e Michelle Bolsonaro entraram de vez na campanha eleitoral — mas, segundo os bastidores relatados pelo Correio da Manhã, não exatamente da forma planejada por seus maridos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambas passaram a ser alvo de críticas e obrigaram os líderes a virem a público em suas defesas, acirrando tensões políticas e ampliando o debate sobre o papel das primeiras-damas nas campanhas eleitorais.
No caso de Janja, aliados atribuem ao seu envolvimento com a escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula no Carnaval, parte do crescimento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro nas pesquisas. Já Michelle enfrenta resistências dentro do próprio campo da direita, inclusive por divergências envolvendo o governador Tarcísio de Freitas como possível nome para a disputa presidencial. Em carta divulgada neste domingo, Bolsonaro pediu unidade entre aliados e sinalizou que a ex-primeira-dama deve reduzir sua participação política nos próximos meses.
A reportagem original, assinada por Tales Faria, aprofunda os bastidores, as reações internas e os efeitos políticos dessa movimentação inesperada das primeiras-damas. Para entender como Janja e Michelle passaram de apoiadoras a protagonistas capazes de influenciar o rumo da disputa, leia a análise completa no site do Correio da Manhã.




