O Itamaraty alertou o Palácio do Planalto sobre os riscos das recentes movimentações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à América Latina. Segundo apurou o Correio da Manhã, tanto medidas econômicas quanto iniciativas militares têm sido interpretadas como estratégias para conter a influência crescente da China na região, especialmente no contexto do fortalecimento do bloco dos Brics e da parceria de Pequim com a Venezuela. Para setores do governo brasileiro, os sinais de Trump não podem ser tratados como retórica vazia, já que envolvem possíveis operações navais perto da costa venezuelana, com impactos diretos para o Brasil.
A análise ressalta ainda que, em meio à queda de popularidade nos EUA, Trump pode estar em busca de um inimigo externo que lhe renda dividendos eleitorais, o que torna a tensão ainda mais perigosa. A aproximação entre Venezuela, China e Rússia, somada ao risco de atritos militares, preocupa Brasília, que divide 2.199 km de fronteira com o país vizinho. Para entender em detalhes os bastidores dessa avaliação e seus possíveis desdobramentos, leia a íntegra da análise exclusiva de Tales Faria no site Correio da Manhã clicando aqui




