Trump reacende o “monstro” da CIA e alerta América Latina

Foto: Divulgação MRE
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Autorização de operações secretas na Venezuela revive temor de intervenções dos EUA

A recente autorização de Donald Trump para que a CIA realize “operações secretas e letais” na Venezuela reacendeu memórias sombrias sobre o papel histórico da agência na América Latina. Segundo conteúdo publicado originalmente no Correio da Manhã, a CIA, criada em 1947, consolidou-se como instrumento de intervenção norte-americana, protagonizando episódios marcados por golpes, sabotagens e apoio a regimes autoritários na região. Da Guatemala em 1954 ao Chile em 1973, a atuação do órgão ultrapassou o campo da espionagem, deixando um rastro de violência, tortura e interesses econômicos mascarados por justificativas ideológicas.

Agora, com a nova postura belicista, cresce o temor de que o “monstro” adormecido retorne com força, espalhando-se para além da Venezuela. Países latino-americanos avaliam o risco de uma escalada intervencionista que, como no passado, pode favorecer governos autoritários em nome de interesses dos EUA. O governo brasileiro, sob orientação de Lula, tenta costurar uma saída diplomática para evitar um novo ciclo de ingerência. Para entender os bastidores dessa reviravolta e os possíveis impactos geopolíticos na região, leia a reportagem completa no Correio da Manhã.

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