Publicada originalmente no Correio da Manhã, a coluna de Tales Faria revela uma mudança significativa na postura do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), em relação ao governo Lula. Após um período de tensão política e desgaste público, Motta passou a conduzir votações estratégicas alinhadas aos interesses do Executivo, viabilizando decisões que resultaram em economia de R$ 21 bilhões e garantiram o fechamento do Orçamento de 2026.
O texto detalha a sequência de movimentos políticos que selaram o reaproximação: avanço da reforma tributária, adiamento de projetos sensíveis para 2026, reuniões decisivas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e, sobretudo, um encontro reservado com o presidente Lula no domingo, dia 14. Nesse contexto, também foi fechado o acordo que levou Gustavo Feliciano ao Ministério do Turismo, indicação apadrinhada por Motta, embora inicialmente não assumida publicamente.
A confirmação política veio na posse de Gustavo Feliciano, no Palácio do Planalto, quando Hugo Motta sentou-se ao lado de Lula e discursou em apoio explícito ao governo e ao novo ministro, simbolizando os “novos tempos” entre Câmara e Planalto. Os bastidores e os detalhes desse acerto estão na íntegra da análise publicada no Correio da Manhã. Leia o conteúdo completo no site original e entenda como o alinhamento entre Lula e Motta redesenha o cenário político para 2026.




