EUA, Venezuela e Margem Equatorial: alerta militar sobre interesses estratégicos no Brasil

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Doutrina Monroe, petróleo e minerais críticos reacendem preocupação geopolítica no governo Lula

Militares brasileiros alertaram o Ministério da Defesa e o Palácio do Planalto de que, após a invasão da Venezuela, os Estados Unidos podem direcionar sua atenção para a Margem Equatorial do Brasil, região estratégica com grande potencial petrolífero. Segundo os comandantes, a falta de uma ocupação econômica mais firme por parte do Brasil abre espaço não apenas para os EUA, mas também para outras potências interessadas. O conteúdo original é de autoria de Tales Faria e foi publicado inicialmente no Correio da Manhã, fonte desta análise.

A preocupação ganhou força após a primeira entrevista coletiva do presidente norte-americano Donald Trump, na qual ele enfatizou a retomada da chamada Doutrina Monroe e a prioridade na obtenção de novas fontes de energia e minerais críticos. Para os militares, o foco não é ideológico, mas geopolítico: a Margem Equatorial, com reservas estimadas em bilhões de barris de petróleo, além do potencial mineral da região amazônica, coloca o Brasil no radar estratégico dos EUA em um cenário de disputa global por recursos.

As declarações de Trump sobre Venezuela, Colômbia e Cuba também acenderam o sinal de alerta no Planalto. Em reunião com ministros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu atenção especial às fronteiras e demonstrou preocupação com o desprezo do líder norte-americano por acordos multilaterais e normas internacionais. Para entender todos os detalhes e bastidores dessa movimentação geopolítica, leia a reportagem completa no site do Correio da Manhã.

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