A candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado pelo PL do Distrito Federal foi confirmada neste domingo (2) em convenção partidária, mas a ex-primeira-dama não compareceu ao evento, alegando internação por crises de enxaqueca. A ausência impediu o esperado primeiro encontro com o enteado Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, e reacendeu especulações sobre estratégias de campanha e sobre um possível desgaste entre os dois após acusações feitas por Michelle em vídeo anterior, segundo análise de Tales Faria no Correio da Manhã.
O episódio recoloca em discussão um dos fundamentos jurídicos da prisão domiciliar humanitária concedida a Jair Bolsonaro pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF: o compromisso assumido por Michelle, em encontro no dia 23 de março, de cuidar do ex-presidente em tempo integral. Moraes já determinou que o STF seja informado imediatamente sobre o retorno de Michelle do hospital, e autorizou que a irmã dela, Geovanna Lima, permaneça na residência para auxiliar Bolsonaro enquanto durarem os exames da ex-primeira-dama.
A situação levanta uma questão prática caso Michelle seja eleita: como conciliar o mandato de senadora com o compromisso de assistência integral ao marido, apresentado como justificativa central para a prisão domiciliar. Tales Faria detalha todos os desdobramentos do caso, incluindo os laudos médicos de Bolsonaro e o histórico da tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, em texto completo no Correio da Manhã. Acompanhe a análise completa no correiodamanha.com.br.




