Milei e Flávio Bolsonaro acenam com beligerância institucional na convenção do PL

Crédito: reprodução vídeo
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Tales Faria analisa como o histrionismo de Milei e a fala de Flávio Bolsonaro sobre o pai na convenção do PL fortalecem o discurso de soberania de Lula e assustam o mercado.

Em coluna no Correio da Manhã, Tales Faria analisa os desdobramentos da convenção do PL realizada no último sábado, dia 25, com destaque para a participação do presidente argentino Javier Milei ao lado do candidato à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo o texto, Milei dirigiu xingamentos a autoridades brasileiras, entre elas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), episódio que gerou crise diplomática e mal-estar no Mercosul. Para Tales Faria, esse comportamento não beneficia a campanha de Flávio e, ao contrário, reforça o discurso de Lula em defesa da soberania nacional contra interferências externas, sejam de Milei ou do norte-americano Donald Trump.

A coluna aponta ainda como o momento mais arriscado da convenção para a candidatura de Flávio foi sua insistência em afirmar que o pai, Jair Bolsonaro — condenado a 27 anos de prisão pelo STF —, subirá a rampa do Planalto ao seu lado em caso de vitória. Somada aos ataques de Milei e ao vídeo com representação de Jair Bolsonaro feito por Inteligência Artificial, exibido na mesma convenção, essa fala é descrita por Tales Faria como um sinal de manutenção do estado de beligerância institucional contra o STF.

Tales Faria relata também reações do mercado financeiro: enquanto alguns investidores locais avaliam com niilismo que o país caminha para uma crise fiscal entre 2027 e 2028, outros apostam que Lula repetirá o ajuste fiscal do primeiro mandato. Segundo a coluna, porém, o que mais preocupa o mercado é o risco de rupturas institucionais sinalizado pela convenção do PL. Para acompanhar a análise completa, acesse correiodamanha.com.br.

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