PL enfrenta indefinição em São Paulo e Minas Gerais, os dois maiores colégios eleitorais do país

Crédito: Tribunal Superior Eleitoral
Crédito: Tribunal Superior Eleitoral
Tales Faria, no Correio da Manhã, mostra como o PL chega desorganizado às disputas por governo em São Paulo e Minas Gerais, enquanto o centrão evita se aproximar de Flávio Bolsonaro.

O jornalista Tales Faria, em coluna publicada no Correio da Manhã, analisa a situação do Partido Liberal nos dois maiores colégios eleitorais do país. Segundo o colunista, São Paulo tem 34,1 milhões de eleitores e Minas Gerais 16,4 milhões, juntos quase um terço dos 158,7 milhões de eleitores do Brasil, e caciques do PL avaliam que a legenda está mais desorganizada nesses estados do que o próprio PT.

Tales Faria detalha que, em Minas Gerais, o PT já lançou Patrus Ananias ao governo e negocia aliança com o PSB, enquanto o PL segue sem definição: o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), preferido de Flávio Bolsonaro para a disputa, afirma que só decidirá na última hora, e o partido cogita um plano B com Vittorio Medioli, já que a prioridade de Valdemar Costa Neto é a candidatura ao Senado de Domingos Sávio. Em São Paulo, aponta o colunista, o quadro é diferente: o PL já definiu André do Prado como candidato ao Senado e realiza neste sábado a convenção nacional que oficializa Flávio Bolsonaro à Presidência, com QG de campanha montado no estado para alinhar agenda com o governador Tarcísio de Freitas.

Tales Faria ressalta ainda que partidos do centrão, incluindo União Brasil e Progressistas, evitam se aproximar de Flávio Bolsonaro após o rompimento com Michelle Bolsonaro e as revelações sobre suas ligações com o Banco Master.

Para acompanhar todos os detalhes sobre os bastidores da disputa nos dois estados, acesse a coluna completa no Correio da Manhã.

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