O Correio da Manhã publicou originalmente o conteúdo, no qual relato que o presidente da Câmara, Hugo Motta, pediu desculpas pela retirada da imprensa do plenário durante a expulsão forçada do deputado Glauber Braga. Embora tenha condenado a truculência dos seguranças, Motta evitou se desculpar pela suspensão das transmissões da TV Câmara, que impediu o registro dos incidentes. A reação imediata de parlamentares, como a decana Benedita da Silva, destacou a gravidade sem precedentes do episódio e lançou dúvidas sobre o controle e a autoridade do presidente sobre seus próprios subordinados.
O texto original mostra que essa não é a primeira vez que a liderança de Motta é questionada. Episódios recentes, como a ocupação da Mesa por deputados bolsonaristas e sua incapacidade de restabelecer a ordem, reforçam a percepção de fragilidade. Críticas internas, cobranças pela renúncia e processos paralisados só ampliam o desgaste político do presidente da Câmara, que agora também precisa administrar o impacto de sua postura leniente diante dos acontecimentos.
No Palácio do Planalto, o comportamento de Hugo Motta é observado com cautela: não há intenção de confronto imediato, mas cresce a avaliação de que ele não deverá contar com apoio do governo para seguir no comando da Câmara em 2027. Para ler a análise completa publicada no Correio da Manhã, acesse a matéria original.




