Centrão reage após novas operações e regulamentação do “devedor contumaz” no Senado

Foto: Lula Marques - EBC
Foto: Lula Marques - EBC
Operações contra fraudes em combustíveis, pressão política e avanço do novo Código de Defesa dos Contribuintes

O avanço da regulamentação do “devedor contumaz” no Senado movimentou os bastidores de Brasília e provocou reação imediata do centrão, em meio a megaoperações da Receita, da Polícia Federal e do Ministério Público de São Paulo. No conteúdo original publicado pelo Correio da Manhã, o jornalista Tales Faria revela como a Operação Carbono Oculto destravou a votação do novo Código de Defesa dos Contribuintes, expondo suspeitas de envolvimento político em esquemas bilionários de combustíveis. O texto descreve a pressão sobre o Congresso e registra a comemoração do ministro Fernando Haddad ao ver a proposta avançar no Senado.

Com as investigações apontando lavagem de dinheiro em cerca de mil postos e movimentações que somam R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024, a narrativa mostra como a opinião pública forçou o Senado a agir, impulsionando a votação unânime do projeto. No entanto, segundo o Correio da Manhã, o clima mudou novamente após nova operação que mirou 190 empresas ligadas ao grupo Refit, responsável por um prejuízo estimado em R$ 26 bilhões aos cofres públicos — e que voltou a colocar o presidente da Câmara, Hugo Motta, sob pressão para tirar o texto da gaveta.

O texto original destaca ainda a percepção no Palácio do Planalto de que a resistência do centrão está ligada ao temor de que seus quadros sejam alvo direto das investigações. As conexões entre empresários como Ricardo Magro e políticos influentes alimentam a sensação de que as operações podem atingir figuras poderosas. Para ler a íntegra da análise de Tales Faria e entender os bastidores dessa movimentação em Brasília, acesse o conteúdo completo no Correio da Manhã.

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