Levantamentos encomendados por aliados apontando queda de popularidade do governador Cláudio Castro (PL) teriam sido um dos motivos que levaram o Palácio Guanabara a autorizar a megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. A ação, que deixou ao menos 121 mortos — incluindo quatro policiais — foi classificada por Castro como “um sucesso”. Em tom de campanha, o governador afirmou que “ou soma, ou suma”, sinalizando aposta em um discurso de endurecimento na segurança pública para reconquistar o eleitorado conservador.
Segundo reportagem publicada originalmente no Correio da Manhã, a ofensiva policial ocorre em meio à queda do governador nas pesquisas. Dados da Gerp mostram que, às vésperas da operação, Castro aparecia em quarto lugar na corrida pelo Senado, com apenas 10% das intenções de voto. A expectativa entre seus aliados é de que o episódio fortaleça sua imagem entre os eleitores de direita e recupere terreno perdido. Leia a análise completa no site do Correio da Manhã clicando aqui.




