Em uma atuação que surpreendeu seus pares, o ministro Luiz Fux protagonizou uma longa defesa de Jair Bolsonaro durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), negando a possibilidade de condenação do ex-presidente por atos cometidos por terceiros. A fala, que se estendeu por mais de nove horas, contrasta com sua postura no julgamento do Mensalão, quando defendeu a aplicação da Teoria do Domínio do Fato para condenar José Dirceu como chefe do núcleo político do esquema. O caso reacendeu críticas dentro da Corte, onde ministros viram na fala de Fux um desgaste à imagem do STF por sugerir politização de decisões.
A coluna de Tales Faria publicada no Correio da Manhã relembra que Dirceu afirma ter sido procurado por Fux antes de sua indicação ao STF, quando o ministro teria prometido “matar no peito” a análise do Mensalão. Hoje, no entanto, Fux inocenta Bolsonaro e até o almirante Almir Garnier, ignorando precedentes. Para ler a reportagem completa com todos os bastidores e declarações exclusivas, acesse o texto original no site do Correio da Manhã.




