Flavio bolsonaro propoe ressuscitar uma zona de livre comercio com os EUA como a Alca

Crédito: Reprodução de Redes Sociais
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Tales Faria mostra como Flávio Bolsonaro quer substituir o Nafta por um acordo que incluiria o Brasil, retomando ideia que já enfrentou forte resistência empresarial nos anos 1990.

Tales Faria, em coluna publicada no Correio da Manhã, analisa o anúncio feito pelo pré-candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), de que pretende propor ao governo de Donald Trump a criação de uma área de livre comércio entre Brasil, Estados Unidos, México e Canadá. Em live transmitida em seu canal do YouTube, Flávio defendeu a substituição do antigo Nafta por um novo acordo, que chamou de “Afta”, incluindo o Brasil na zona de livre comércio da América do Norte, com o país “puxando a fila”.

Segundo Tales Faria, Flávio argumenta que as economias do Brasil e dos Estados Unidos são complementares e que a medida abriria uma grande via de investimentos americanos no país. O pré-candidato ainda citou o acordo tarifário fechado entre Argentina e Estados Unidos, sob o governo de Javier Milei, como exemplo a ser seguido, embora não tenha mencionado as críticas que esse acordo vem recebendo no país vizinho. O colunista lembra que proposta semelhante, a Alca, foi apresentada pelos EUA em 1994 e enfrentou forte oposição da Fiesp, que temia o impacto da entrada maciça de produtos americanos sobre a indústria nacional.

Tales Faria também destaca a reação do PT à proposta de Flávio Bolsonaro. O deputado Lindebergh Farias (RJ), vice-líder do partido na Câmara, classificou a ideia como um projeto que enfraqueceria a indústria brasileira e destruiria empregos, chamando o pré-candidato de “entreguista” alinhado aos interesses dos EUA.

Para acompanhar a análise completa de Tales Faria sobre o tema, acesse o Correio da Manhã.

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