Campanha de Flávio Bolsonaro está sem comando, revela Tales Faria no Correio da Manhã

Crédito: Beto Barata/PL/Andressa Anholete/Agência Senado e Divulgação
Crédito: Beto Barata/PL/Andressa Anholete/Agência Senado e Divulgação
Tales Faria mostra, no Correio da Manhã, que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência enfrenta uma crise de comando após briga com Michelle Bolsonaro, com Jair Bolsonaro impossibilitado de intervir por causa da prisão domiciliar.

A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República enfrenta um problema sem solução aparente: a falta de um comando central na campanha. É o que revela o jornalista Tales Faria, em coluna publicada no Correio da Manhã. Segundo a análise, o nome natural para exercer essa liderança seria o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas as restrições da prisão domiciliar impedem sua atuação direta no comando político.

De acordo com Tales Faria, nem Michelle Bolsonaro nem o próprio Flávio reúnem condições para preencher esse vazio. Michelle, apesar de ter maior acesso ao ex-presidente, teria interesses próprios no jogo político do partido, o que compromete sua isenção. Já Flávio, mesmo tendo recebido uma carta de apoio do pai, não conquistou reconhecimento suficiente dentro da legenda para impor autoridade, como ficou evidente na disputa pública com a madrasta. O comando oficial da campanha, exercido pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), também não teria força para mediar o conflito, segundo a coluna.

A coluna ainda aponta que o entorno da família Bolsonaro é marcado por figuras de perfil combativo, como Carlos e Eduardo Bolsonaro, além de um novo interlocutor influente, o blogueiro Paulo Figueiredo. Para Tales Faria, declarações misóginas atribuídas a Figueiredo teriam contribuído para o afastamento de Michelle Bolsonaro do PL-Mulher, com potencial de afetar o voto feminino e evangélico na campanha.

A análise completa está disponível no correiodamanha.com.br.

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