Crise do Pix ajudou o PCC e respinga na oposição

Os ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e da Fazenda, Fernando Haddad, durante entrevista coletiva para detalhar duas operações da Polícia Federal para combater a atuação do crime organizado no setor de combustíveis. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Os ministros da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e da Fazenda, Fernando Haddad, durante entrevista coletiva para detalhar duas operações da Polícia Federal para combater a atuação do crime organizado no setor de combustíveis. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Fake news sobre o Pix, atuação do PCC e impacto político nas eleições

A mais recente investigação da Polícia Federal revelou um elo explosivo entre fake news sobre o Pix, a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e a disputa política entre governo federal e oposição. Segundo reportagem do Correio da Manhã, a facção criminosa teria se beneficiado diretamente da campanha de desinformação que desacreditou o sistema de pagamentos, dificultando a fiscalização das fintechs envolvidas em fraudes bilionárias no setor de combustíveis. O impasse foi tamanho que as entrevistas coletivas da operação foram realizadas de forma separada por Brasília e São Paulo, evidenciando divergências políticas.

As operações Quasar, Tank e Carbono Oculto, deflagradas nesta quinta-feira (28), resultaram em centenas de mandados e revelaram movimentações de cerca de R$ 140 bilhões pelo PCC entre 2020 e 2024. A denúncia sobre o papel das fake news, impulsionadas por figuras ligadas à oposição, trouxe novo combustível ao debate eleitoral e promete intensificar o clima político até 2026. Leia a íntegra da reportagem no Correio da Manhã.

Compartilhe: